domingo, 16 de novembro de 2014

Qual a diferença entre monóxido de carbono e dióxido de carbono?

Dióxido de Carbono (CO2) e Monóxido de Carbono (CO) (gases constituídos por Oxigénio) são substâncias muito presentes no nosso meio ambiente e, ao contrário do que muitos pensam, não provocam os mesmos efeitos.


O Monóxido de Carbono é um gás altamente tóxico derivado da queima incompleta de combustíveis fósseis (carvão vegetal e mineral, gasolina, querosene e óleo diesel). As queimadas, que ocorrem em florestas por todo o mundo, também lançam para a atmosfera milhões de toneladas de monóxido de carbono - um gás inflamável, incolor e inodoro que, ingerido em pequenas quantidades, pode causar dores de cabeça, lentidão de raciocínio, problemas de visão e perda da habilidade manual.
O dióxido de carbono, também conhecido como gás carbónico, é um gás importante para o reino vegetal, pois é essencial na realização do processo de fotossíntese das plantas. Este gás é libertado no processo de respiração (na expiração) dos seres humanos e também na queima dos combustíveis fósseis (gasolina, diesel, querosene, carvão mineral e vegetal). 
A grande quantidade de dióxido de carbono na atmosfera é prejudicial ao planeta, pois provoca o aumento do efeito estufa e, por consequência, o cada vez maior aquecimento global.
O Dióxido de Carbono é usado comercialmente em algumas bebidas e em extintores de incêndio mas, assim como o Monóxido de Carbono, se inalado em grandes quantidades pode causar morte por asfixia.

 http://raciocinio-curioso.blogspot.com.br/2012/09/qual-diferenca-entre-monoxido-de.html

REGIÕES INDUSTRIAIS DO BRASIL

REGIÕES INDUSTRIAIS DO BRASIL: REGIÕES TRADICIONAIS E DESCENTRALIZAÇÃO INDUSTRIAL


As indústrias, ao se instalarem em determinados lugares, consideravam estrategicamente a presença ou proximidade dos seguintes elementos:

  • mercado consumidor
  • disponibilidade de matérias-primas
  • oferta de energia
  • custos com transportes
  • mão-de-obra

Esses elementos acima favoreceu um processo de concentração espacial das atividades na região Sudeste, especialmente em São Paulo.

ÁREAS INDUSTRIAIS TRADICIONAIS

São aquelas caracterizadas por um processo mais antigo de industrialização, assentado no padrão fordista-teylorista.
Esse modelo de produção na indústria pode ser caracterizado por:

  • economia de escala
  • produção estandardizada
  • competição via preços
  • existência de um mercado consumidor de massas
  • combinação entre a utilização de equipamentos automatizados e trabalhadores não qualificados
  • divisão e especialização do trabalho
  • separação entre concepção e a execução das tarefas

DESINDUSTRIALIZAÇÃO

Se caracteriza pelo fechamento e/ou deslocamento das indústrias para outras áreas, atraídas por maiores possibilidades de realização de lucros. Um exemplo conhecido desse processo é a cidade americana de Detroit. A partir da década de 1980, assistiu ao fechamento de inúmeras empresas e ao aumento do desemprego em massa.

DESCONCENTRAÇÃO INDUSTRIAL

Ocorreu no Brasil no final da década de 1980, com a progressiva abertura da economia e profundas transformações nos processos produtivos. Os pressupostos são:

  • a proximidade ou facilidade do escoamento da produção em detrimento da localização dos recursos.
  • A proximidade com centros produtores de ciência.
  • Áreas com legislações trabalhista e ambientais cada vez mais flexíveis;

Essas características acima proporcionam a DESCONCENTRAÇÃO INDUSTRIAL.

RECONCENTRAÇÃO INDUSTRIAL

A partir de meados da década de 1990, o processo de descontração industrial tendeu a diminuir ou mesmo reverter o fluxo a uma reconstrução espacial nas regiões mais ricas e industrializada do Brasil (Sudeste e Sul).
As causas são:

  • melhor oferta de recursos humanos qualificados
  • maior proximidade com os centros de produção e de tecnologia
  • maior e mais eficiente infraestrutura
  • a criação do Mercosul, que reforça o crescimento industrial do Sudeste e Sul.

Isso cria uma nova espacialidade da indústria brasileira dentro de um grande polígono que vai de Belo Horizonte a Porto Alegre.


FONTES DE ENERGIA


A formação do petróleo deve-se à alterações de matéria orgânica vegetal ou animal de origem oceânica retida no subsolo. Há mais de um século, o petróleo tornou-se indispensável. Desenvolveu um dos setores mais dinâmicos da economia capitalista – a indústria automobilística.

O petróleo, como os demais combustíveis fósseis, é também utilizado na geração de energia, produzia nas usinas termoelétricas.

O petróleo é utilizado também na industria química, como matéria-prima para a produção de plásticos, borrachas, solventes, cosméticos, medicamentos, detergentes, tintas fibras sintéticas e fertilizantes. Em outros, setores, é matéria-prima de componentes de automóveis, aparelhos eletro-eletrônicos, calçados, tecidos etc.

Gás natural: pode ser encontrado, junto com o petróleo. O gás natural possui algumas vantagens em relação ao petróleo: é menos poluente, as reservas conhecidas encontram-se bem distribuídas pelos continentes. Os EUA e a Rússia produzem quase 40% de todo o gás produzido no mundo.

Além disso, o custo de geração de energia elétrica à base do gás natural é bem menor que o petróleo, carvão e urânio enriquecido.

Carvão mineral: foi a fonte de energia básica da 1ª Revolução Industrial no século XVIII. O carvão mineral seria qualquer rocha que possua alto teor de carbono não cristalizado.

São rochas formadas pela sedimentação e decomposição, em baixas quantidades de oxigênio, de organismos vegetais soterrados há milhões e milhões de anos atrás (em torno de 300 milhões).

Dos combustíveis fósseis, o carvão é o mais poluente e o mais abundante.

Energia hidrelétrica: embora seja tradicionalmente classificada como energia limpa, não são raros os casos em que os reservatórios são fontes de emissão de gás de efeito estufa. Ao serem formados, esses reservatórios podem inundar áreas onde há muita matéria orgânica, cuja decomposição forma o metano, um gás mais poluente que o dióxido de carbono.

As hidrelétricas também provocam grande impacto sócio-ambiental:

Extensas áreas florestais são inundadas;
Desabriga populações ribeirinhas, indígenas, quilombolas e produtores rurais.


FONTES ALTERNATIVAS DE ENERGIA


São aquelas fontes que são renováveis, ou seja, nunca acabam, alem de não causarem grandes impactos como as fontes não renováveis.

Energia solar: não polui, é renovável e existe em abundancia em grande parte do planeta.

Entretanto, sua utilização para a geração de energia elétrica em larga escala (grandes usinas) ainda depende de avanço tecnológico para compensar economicamente.

De qualquer forma, os preços têm caído a cada ano e sua evolução para a geração de eletricidade foi surpreendente na ultima década.

Bicombustíveis

O etanol (álcool), o biodiesel e o biogás são produzidos pela biomassa. Sua grande vantagem é se menos poluente e de fontes renováveis.

Um ponto negativo é que a expansão da produção de bicombustíveis pela agricultura é responsável por 70% do consumo de água no planeta. A expansão para a produção de bicombustíveis tem ocupado terras destinadas à cultura de alimentos ou provocado desmatamentos para a ampliação da área de cultivo.

Energia eólica: o vento é um recurso energético abundantes na natureza.

Os EUA são o líder mundial no aproveitamento dos ventos. A China vem em seguida e a Alemanha é líder mundial no mercado de equipamentos para a geração de energia eólica.

O Brasil tem evoluído nos últimos anos com destaque dos estados do Ceará, Rio Grande no Norte, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.


Energia geotérmica: energia que vem do interior da Terra através do calor e o transforma em energia elétrica nas usinas geotérmicas.